Desenvolvimento e Efetividade Orientados em Cidades Inteligentes.
O avanço cada vez mais real na transformação das cidades, aliado aos cumprimentos das diretrizes da carta brasileira para as cidades inteligentes enquanto agenda para a transformação digital na perspectiva do desenvolvimento urbano sustentável, demanda dos gestores públicos o compromisso em conduzir nessas cidades o bem-estar em diversas áreas para os seus munícipes.
Esse desenvolvimento e essa efetividade devem sinalizar uma conquista plena e equilibrada que relacione entre si nas esferas ambientais (longevidade), sociais (educação) e econômicas (renda); a essência da nova governança pública (NGP) que apresentam e postulam essa função por meio da ação estatal vital, ou seja, uma gestão efetiva das politicas públicas locais.
Quando orientados, tanto a cidade inteligente quanto a cidade digital, avançam de maneira síncrona na constituição da efetividade do estado da arte governamental que instituem o pleno desenvolvimento para o curto, médio e longo prazo. A liderança estatal (município) deve impulsionar esse desenvolvimento e deve receber os resultados tantos sintéticos como analíticos que expressem todas as condições postas para o correto acompanhando e mensuração das informações gerenciais da cidade.
É importante frisar que os avanços das esferas nas cidades inteligentes devem permitir uma ampla satisfação da qualidade de vida dos munícipes, visto que todos, necessitam de oportunidades para viver cada vez melhor em uma cidade cada vez mais humanizada.
*Aluysio Fonseca é Mestre em Gestão Pública, Analista de Sistemas e Administrador.
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